segunda-feira, 27 de março de 2017

SIM, SIM! NÃO, NÃO! com doses homeopáticas de intolerância e alienação.

Olá, caros amigos começamos hoje uma nova fase em nosso blog que outrora chamava-se "Essencial COR JOVEM" e agora "BLOG DO NERÃO", prometo a todos vocês muita opinião, entretenimento, testemunho, humor e outras "cositas más". E o nosso post de reestreia toca num tema digamos indigesto, então vamos logo a ele.

No final da tarde desta terça feria dia 29/11, o 
Supremo Tribunal Federal (STF) extinguiu uma ação penal movida pelo Ministério Público contra o padre Jonas Abib por suposto crime de discriminação religiosa. Até ai tudo bem!


Mas entenda o que motivou lideres de outras crenças a entrarem na justiça contra o livro do Monsenhor Jonas Abib, fundador da Rede Canção Nova.
MonSenhor Jonas Abib

Em uma obra intitulada "Sim, Sim, Não, Não – Reflexões de Cura e Libertação", o monsenhor erra feio no tom de suas observações sobre outras crenças, pelo menos na minha "insignificante" opinião, e sai falando um monte de teorias e coisas no mínimo indigestas para os católicos como eu, para que você entenda um pouco do que digo vejamos a seguir  alguns trechos pregados na "cartilha" do MonSenhor

"O espiritismo é como uma epidemia e como tal deve ser combatido: é um foco de morte. O espiritismo precisa ser desterrado da nossa vida. Não é preciso ser cristão e ser espírita. [...]. Limpe-se totalmente!", Mon senhor Jonas Abib.
Num outro momento
no passado o demônio "se escondia por trás dos ídolos, hoje se esconde nos rituais e nas práticas do espiritismo, da umbanda, do candomblé e de outras formas de espiritismo". Além disso, diz que pais e mães-de-santo são "vítimas" e "instrumentalizados por Satanás". "A doutrina espírita é maligna, vem do maligno"
Queria deixar claro que apoio a decisão do STF, as pessoas devem ser livre para publicar suas ideias e pensamentos, mesmo que em tom e qualidade questionável, como também aqueles que se sentirem ofendidos devem buscar seus direitos, nessa questão tudo parece-me claro.

Respeito muito a história do Monsenhor Jonas Abib, contudo o seu livro que aqui sugiro um título bem mas apropriado "Na Pegada do Ódio", prega um belo alienismo religioso, e acredito que não é pregando e propagando o ódio a todas as crenças que não a católica que alcançaremos tempos de menos intolerância.

Livro "Sim, Sim ... >>500 mil Exemplares vendidos
A defesa do catolicismo é válida e crer que ela é única religião certa é um direito de cada ser humano criado por Deus tem, assim como é o livre arbítrio. Recomendar pessoas a queimar livros, assim como faziam nas piores ditaduras, induzir que pessoas se "desfaçam" das imagens que representam suas crenças, assim como fazem os que odeiam os santos católicos, como faz o monsenhor eu seu livro, parece-me uma atitude muito afastada dos princípios do Grande e talvez Único Cristão Verdadeiro, Jesus de Nazaré. 

Precisamos respeitar o direito das pessoas de escolherem os seus rumos, podemos sim ajudá-las a encontrarem caminhos que nós julgamos serem melhores, mas jamais impô-los com cartilhas na pegada doutrinadora. São Francisco, esse sim, um mestre na compreensão da humanidade e da fé dá um dica muito boa de como devemos combater a intolerância e o ódio, ele diz :
" Onde houver ÓDIO que eu leve o AMOR"


Um forte abraço,
 um mini hang lose,  um pial na testa 
e até o próximo post

do nosso BLOG que irá dominar as GALÁXIAS


Danilo NERÃO
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